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12 maio 2021

Pandemia, um ano depois e pouco mudou.

No final de 2019 foi descoberto a existência do Covid-19, um novo vírus, que rapidamente se espalhou e virou uma pandemia. Em março de 2020 veio o primeiro lockdown, devido ao grande número de pessoas contaminadas e óbitos.

Rapidamente as empresas, obrigatoriamente, tiveram que adotar ao trabalho de casa, mais conhecido como “home office”. Não houve período de adaptação, foi isso e ponto. Mas todos sabemos que muitas pessoas não se adaptam, ou trabalhar em casa é praticamente impossível. Um grande desafio para as pessoas que têm filho pequeno em casa, é faze-lo entender que não tem como dar atenção o tempo todo, pois está trabalhando, para uma criança entender isso é complicado, e consequentemente isso pode atrapalhar o seu rendimento.

O que mais vejo as pessoas reclamando é da dificuldade de trabalhar as horas exatas, pois como já estão em casa, mesmo que já tenha cumprido as horas diárias de trabalho, tendem a não conseguir parar de trabalhar, porque, obviamente, sempre tem algo a fazer.

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Hoje, depois de ano de pandemia, os desafios são maiores, porque além dessas questões, tem a saúde mental abalada. A convivência com o mesmo ciclo de pessoas começa a causar estresse. As notícias no jornal são sempre chocantes, cada dia mais desempregados, mais mortes. Muitas empresas estão falindo, devido a falta de estrutura e caixa, ninguém imaginava que a pandemia fosse durar mais de um ano, isso tem causado uma grande frustração na sociedade.

As crianças, no meu ponto de vista foram as que mais sofreram, o maior desafio foi o delas, pois para elas entenderem a questão do vírus é muito difícil, elas ficaram sem ir à escola, ou estudando online, o que para um adulto é tedioso, imagina para uma criança. Ficaram sem socializar com outras crianças, o que é essencial para o desenvolvimento delas. Acredito que esteja sendo bem difícil.

Agora, com a chegada da vacina, a expectativa é que a rotina volte ao “normal”, de máscara, mas sem tanto medo e receio de se expor.

Maria Clara